
Choveu forte dois dias e parou, mas foi suficiente pra dar outra cara a essa querida cidade. Ainda está seco e meu nariz ainda sangra em protesto, mas Brasília parece que foi lavada, tudo está fresco e limpo, com cara de novo, as folhas das muitas plantas estão verdinhas e felizes. Isso agrada demais ao meu coração.
Os flamboyants estão por toda parte, absolutamente coloridos - num leque de tons que vão do vermelhão ao amarelo, as copas abertas e gloriosas, como bailarinas. São muitas árvores, exuberantes e inesperadas. O feio Eixão nunca esteve tão belo.
Um engenheiro agrônomo amigo de Bela disse que as plantas se recolhem durante a seca e por alguns momentos pensam que vão morrer. Essas floradas repentinas depois da primeira chuva são como um grito. O ultimo presente para os que conseguem entender a sua beleza. Ainda bem que elas continuam vivas.
(foto Flavio C. Brandão - flamboyant em frente ao Palácio do Buriti, sede do Governo Distrital).
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Postado por: Beth S. às 15h18
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Morreu César Faria, um dos violões mais elegantes do samba e choro brasileiros. Fundador do lendário grupo Época de Ouro, com Jacob do Bandolim, César tocava seu violão de seis cordas há 70 anos, principalmente com o filho Paulinho da Viola. Era um mestre na tradição do acompanhamento do samba e do choro e seu estilo deixou muitos seguidores. Jacó do Bandolim e Dino Sete Cordas (que viajou ano passado), seus companheiros, devem estar fazendo a maior roda de choro pro César lá no céu.
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Postado por: Beth S. às 23h34
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